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Russel Kirk , em um baianês acessível !



Os três modos de maior propriedade que conheço, e são necessários à maturidade (uma paráfrase minha, a três dos princípios conservadores de Russel Kirk) :


O Princípio da Prescrição (ou o, "veja quem e como já se foderam antes). "O indivíduo é tolo, mas a espécie é sábia", já dizia Burke, e portanto é necessário olhar para trás,e ver o testemunho dos grandes do passado, e de todas as vezes em que determinadas ações derivaram certas resultantes. Não se engane: "não há nada novo debaixo do sol", e portanto, escute a voz dos que cometeram cagadas antes, como também a "luz interior" de sua consciência, constituída basicamente de arquétipos morais validados pela sua perenidade.


O Princípio da Prudência : nas palavras de Russel Kirk
"(...)qualquer medida deve ser avaliada por suas prováveis conseqüências de longo prazo, e não meramente por alguma vantagem, gozo. ou popularidade temporárias". Esse é auto-evidente. Em minhas palavras: "o futuro paga as despesas do presente". Ou então em outro termos mais baianos : "Pese seus piquás, e assuma suas pôrra; pois, quem pariu Matheus, que o balance"


3ª O Princípio da Restrição, em uma paráfrase minha (again !" Rs.): "Sabendo ser a natureza humana de uma composição que se alterna constantemente em sua ambiuidade (bem e de mal), jamais deposite sua confiança na mera benevolência, e nas impressões de justiça, bondade e remediação que se sugerem em determindas situações". Portanto, submeta certas "faculdades e instituições" de seu corpo e vida, à uma forma de interdependência entre poderes, de modo que um ao outro vigie, e limite quando necessário.

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Carpe Diem

Vem, amanhã pode ser tarde, Talvez não tenhas chance, E o tempo lhe alcance Sem que seja oportuno Olhar nos olhos de quem lhe arde o peito E enrubesce as maçãs de seu rosto, E que cala o discurso mais ensaiado. Vem, pois este “hoje” é o dia De que ainda tens a garantia de colher Os frutos do amor que alimenta seu ânimo; E que à noite vela teu sono Semenado nos teus sonhos O desejo secreto de muitos “amanhãs”. Vem, quando se ama o tempo pára, O instante é o “sempre agora” E o amanhã uma distante maldade.   Este é o convite que lhe faço: - Hoje, revele teu coração, Pois se amanhã já não formos Seremos na eternidade.

A cafajestagem do "artista-político": breves notas.

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