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"Second life"; Ou, da nossa eterna carência...






Redes sociais: "um vício no vazio" !!! 

Redes sociais: "a angústia de sentir-se importante para alguém", mesmo que seja para um estranho.

Redes sociais: a melhor expressão de vida dupla; depois do casamento, é claro.

Redes sociais: exteriorização, projeção de um "eu" que jamais existirá efetivamente.

Redes sociais: a conclusão de que a humanidade considera a profundidade algo cansativo. Ser "social" é ser "leve"...; e raso.

Redes sociais (pelos "libertários" da Língua): - Não, não há nada de errado na escrita contemporânea; é somente uma variável da língua, um "coloquialismo", "regionalismo", "noção de pertencimento a uma nova tribo. P.S.: Ok. E qual é a maneira adequada de aconselhá-los à um auto-envio ao oríficio central traseiro?

Redes sociais: nada há de errado com elas. São amplificações de nós mesmos: nós somos o erro.

Redes sociais: há pouco mais de uma década oferecendo-lhe a possibilidade de realidade e mundo paralelos, e isso sem nenhuma ajuda da Física Quântica.

Redes sociais: a Grande Praça de todos os tipos de posers.

Redes sociais: a definitiva demonstração de que, por mais que tentem, jamais nos importaremos com os outros. É a Rede "Mono-umbilical" !!!







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Do Estado e suas inclinações...!

Os últimos decênios de preponderância das religiões cristãs no Brasil, têm gerado uma contrafação extrema : a de um Estado a-religioso. E, como quase sempre, os extremos são sempre estúpidos! A noção de Estado Laico se bem compreendida (principalmente por cristãos que querem impor uma teocracia moderna) é uma salvaguarda PARA TODOS os cidadãos, religiosos ou não. É a convivência de todos, em liberdade de crença ou não, com a prerrogativa de atuarem em seus espaços sem invadirem os alheios. Se cristãos radicais bem soubessem, acenderiam velas de gratidão pela existência desse modelo de Estado, que inclusive, os possibilita serem livres para serem o que são (e ainda encherem o saco dos outros). Como Política é, sobretudo, dominação e acordos de interesses, as coisas mudam de lugar com bastante frequência, e amanhã os detentores do poder poderiam serem os das religiões de matrizes africanas, ou até mesmo ateus, e quem sabe, suas liberdades de culto estariam ameaçadas. Ter um Esta...

A cafajestagem do "artista-político": breves notas.

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